Entrevista - Anderson Weiss

Hoje a RA RACING INTERVIEW conversa com Anderson Weiss, piloto de Blumenau e que já passou por varias equipes de kart indoor, de estados como Paraná e São Paulo. Hoje Anderson faz parte da equipe Alligator's Arm - BODEBROWN, equipe que tem pilotos de vários estados brasileiros. Anderson Weiss recentemente conquistou a terceira colocação geral nas categorias NP e SP do campeonato RA RACING CHAMP 2017.

RA RACING INTERVIEW: Como você analisa o grid da sua categoria no Campeonato Catarinense de Kart Indoor?

Anderson Weiss: Bom, optei por correr em duas categorias no CCKI, primeiro em função da organização e qualidade do evento, segundo para aumentar as possibilidades de um bom resultado. Ambas (Graduados e Super Graduados) possuem excelentes pilotos, muitos até vem de fora do estado de Santa Catarina. Serão estratégias e comportamentos distintos dos karts, em função do peso utilizado em cada categoria; na Graduados o número de pilotos é maior e é matematicamente mais difícil se classificar para a Final. Por outro lado, a Super Graduados terá um grid, com base no último campeonato RA RACING CHAMP, com excelente nível técnico e disputas acirradíssimas. É esperar para ver, promessa de emoção e muitas disputas!

RARI: Qual a sua expectativa para o evento? Qual a sua importância para o cenário do sul do país?

AW: A Expectativa é muito boa, evento único com vários diferenciais, que promete consolidar não só o kart indoor de Santa Catarina, mas projetar pilotos regionais no cenário nacional. Fico feliz em ver a FAUESC apoiar o evento, isso é muito importante. Ter seu documento de identificação (piloto de kart indoor) é o reconhecimento que a muito tempo não se via nesta modalidade. De quebra os vencedores ainda poderão participar de um evento de kart profissional, o Campeonato Catarinense de Kart Profissional 2018.

RARI: Você tem muitas baterias e vitórias no kartódromo do Beto Carrero, com tantos pilotos novos, ter essa experiência do traçado pode ser determinante na briga por vitória?

AW: Comecei a correr no Beto Carreiro no início de 2016, é recente, pois apesar de ser catarinense, morava em outro Estado. Existem outros pilotos (que considero favoritos), que já correm no Beto a bem mais tempo, porém teremos alguns traçados diferentes, e é possível que a questão principal seja a capacidade do piloto se adaptar rápido ao kart/pista, ao invés de quantas vezes ele já andou ali ou aqui. Vimos isso no último endurance de 6 horas, pilotos que nunca tinham pisado no Beto Carrero, e que chegaram a liderar a prova.

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